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AUTOMAÇÃO EM MICROBIOLOGIA COMO ALIADA NO CONTROLE DE INFECÇÕES HOSPITALARES

Automação em microbiologia como aliada no controle de infecções hospitalares

Atualmente, com a emergência de infecções bacterianas cada vez mais difíceis de serem tratadas e bactérias desenvolvendo mecanismos de resistência novos a todo momento, com limitações na disponibilidade de antibióticos eficazes para o tratamento, faz-se necessário a rapidez no diagnóstico das infecções, bem como a adequação do tratamento de maneira rápida e específica.

Infelizmente, o desenvolvimento de novas opções terapêuticas não segue o mesmo ritmo do desenvolvimento de resistência bacteriana aos antibióticos já disponíveis. Desta forma, o uso racional destes antimicrobianos no tratamento deste tipo de infecção é fundamental.

Um dos principais objetivos dos laboratórios de microbiologia é melhorar os resultados e o tempo de resposta para o médico e o paciente. Para conseguir isto, muitos laboratórios vêm adotando a automação para identificação (ID) e teste de sensibilidade (TSA) para microrganismos clinicamente relevantes. Além disso, pela gravidade e alta morbi-mortalidade relacionados a infecções no sangue, um sistema de hemoculturas sensível, rápido e eficiente também é altamente recomendado.

Ainda neste processo de otimização de diagnóstico e tratamento, implementar um fluxo de trabalho eficiente, com sistema integrado e boa comunicação entre o laboratório, o clínico e o Sistema de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) é um desafio que precisa ser vencido.
 


 

Infecções da Corrente sanguínea

As infecções da corrente sanguínea, conhecidas como bacteremias, são infecções de grande relevância clínica, pois frequentemente está associado a um aumento nas taxas de morbi-mortalidade, além de representarem uma das mais significativas complicações no processo infeccioso, o que torna a hemocultura um exame de importante valor preditivo de infecção.

A maioria dos episódios sépticos tem origem hospitalar e com certa frequência envolvem microrganismos que apresentam resistência aos antibióticos, apresentando taxas de mortalidade maiores do que os episódios que ocorrem na comunidade.

Desta forma, a fim de agir de forma rápida no início do tratamento destas infecções, os médicos normalmente iniciam um tratamento empírico, baseado na experiência e no perfil epidemiológico, até que o perfil exato da bactéria causadora da infecção seja identificado. Contudo, estudos mostram uma taxa de mortalidade de 61,9% associada ao uso de antimicrobianos inadequados contra 29,9% quando o tratamento é adequado (Diekema et al., 2003; Ibrahim e colaboradores, 2000).

Portanto, um sistema que permita um resultado rápido é fundamental, a fim de que a terapia seja logo adaptada. Uma detecção bacteriana rápida permite a adequação precoce da antibioticoterapia, diminuindo a taxa de mortalidade e o índice de resistência, reduzindo, consequentemente, o gasto com antimicrobianos e liberando leitos no hospital.

 

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Fonte: Materiais informativos e marketing da BD

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